Popularidade em tempos de web

Apr 30
2009

Vamos lembrar um pouco os tempos de escola. Todo mundo sabe o que é ser popular. É aquele cara, que por merecimento ou não todo mundo conhece, quem não o inveja, odeia. Essa pessoa é conhecida em seu meio, bem conhecida por sinal, e isso certamente abre muitas portas na sua vida profissional, social e o que mais vier.

Como estamos em tempos de mídias sociais, vejo muita gente preocupada em não parecer parte do grupo dos excluídos. Aquele grupo, aquele mesmo, que é diferente, pensa diferente, talvez meio fora do padrão, mas que com certeza não entra na faixa de popularidade. Eu sei que esse tipo de discriminação acontece desde que os tempos de Adão, mas voltemos ao focos das mídias sociais.

Orkut, linkedin, facebook e twitter. Tudo ou quase tudo que se escreve em ambientes como esse pode e talvez irá ser lido por várias pessoas e todas vão avaliar o que você escreveu.

Essa visibilidade fez acontecer fatos inusitados. Eu sempre fui meio com o pé atrás, aliás, quase todos da minha geração são assim, sobre essa coisa de exposição. Não estou falando de feira agropecuária não, é se expor, se mostrar, permitir que outras pessoas lhe avaliem e digam se você é bom ou ruim. Por isso demorei tanto à entrar no twitter. Mas poxa, me falaram tanto desse negócio que resolvi conhecer. E vi que a ferramenta, apesar do mote estranho (expor o que você está fazendo ou seus pensamentos no momento), tem lá sua utilidade. Eu sigo algumas das cabeças mais interessantes pra se seguir, tanto de web, quanto de desenvolvimento (ágil e o lerdo) e algumas amigos para ouvir suas bobagens.

Foi depois de alguns meses que percebi que alguns dos meus amigos (tá um específico, não tenho tantos seguidores assim) simplesmente me ignoram nessa mídia ou quando me respondem, o fazem de maneira oculta, para que ninguem perceba que se relacionam comigo. Lembrando novamente, sou desenvolvedor desktop há 15 anos. Não sou um ser desprezível, sou bem aberto a repartir o conhecimento que tenho. Uma das minhas maiores vantagens é que nesse caminho fiz muitos amigos que da mesma forma repartiram seu conhecimento comigo e não tem vergonha de dizer em público (ou na web) que são meus amigos.

Como diria Viki, em “Eu, Robô”: Minha lógica não pode ser negada. Não há problema que eu não dê solução ou um caminho para os mais novos. Em Maringá e região sou bastante respeitado e tenho bom portifólio em empresas daqui e de São Paulo.

Será que um cara com um currículo como esse é tão ridículo a ponto de ser ignorado no Twitter? Pense nisso, o mundo está mudando muito rápido para manter certas portas fechadas.

2 Responses to “Popularidade em tempos de web”

  1. Caio Morsan says:

    Ou esse filme é massa, O desabafo neh do presidente la e tals neh, locura locura. ¨¨
    Pois eh cara tamu ae, amigo não pergunta, chega na “vuadera”;

    Zuera só pra descontrair… isso nem foi um comentário. como diz Marcoluque bjomeliga kkkkkkkkkk.

    flow manu té.

  2. Rafa says:

    Quem faz um apelo à ignorância cai na mesmice de uma vida surda e retilinea, sem dar a devida improtância a opiniões que fazem a diferença.

    Por exepriência de vida, sou novato ensta área de TI, mas não é muito diferente de um mundo onde tive de cair na real. Quem sabe quer guardar pra si e “EGOnizar” os outros, ainda mais agora em tempos de contatos rápidos e diretos.

    Mas oque devemos levar realmente em conta, é nosso potencial, nosso trabalho, nossa gana, nossa família e amigos.Isso não nos abandona nem na hora da morte!

    Tá todo mundo junto e misturado. E proponho a partir de agora, o movimento WEBINGA – unindo a nossa classe a favor do desenvolvimento!

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